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domingo, 29 de janeiro de 2012

SOBRE A IMPORTÂNCIA DO ACONSELHAMENTO AOS PAIS SOBRE O MAPA NATAL DOS FILHOS


O estudo do tema de nascimento de qualquer pessoa oferece amplo alcance de compreensão e entendimento em diversos setores da vida.

Dependendo da especialidade astrológica, o aconselhamento a este respeito pode levar ao aprendizado proposto pelo tema de uma forma menos dolorosa, se estivermos atendendo a um adulto com amadurecimento emocional e objetividade mental adequados para lidar com as informações e usá-las nas próximas escolhas que fará na vida, ou equilibrando suas tendências com serenidade, quando estiver passando por desafios mais intensos.  

Neste caso, vários enfoques podem ser dados: o setor profissional – emprego ou atividade autônoma, ganhos referentes a isto ou a associações, por exemplo – ou as tendências natais na vida afetiva e relacionamentos em geral, as relações familiares, as questões econômicas, a saúde.

Alguns astrólogos (como eu, por exemplo) preferem aconselhar pessoalmente adolescentes apenas a partir de 14 anos, quando começam a desenvolver seu segundo estágio de elaboração de identidade, tentando se afastar dos padrões paternos e buscando criar uma identidade grupal – estágio para elaborar a identidade pessoal na vida adulta – funciona como ponto de reflexão sobre suas propostas para o futuro, tais como que profissão abraçar, suas inseguranças relacionadas à afetividade e sexualidade, bem como às relações familiares.

Já quando nos referimos a um bebê (recém-nascido ou não), ou a uma criança, o enfoque dado ao estudo do tema é totalmente diferente: busca-se compreender quem é aquele indivíduo, que dificuldades ou talentos trouxe - tanto no temperamento, quanto na saúde ou habilidades extraordinárias – ou mesmo, qual a melhor forma de educá-lo, por exemplo, se tem um temperamento muito acomodado, qual a melhor forma de incentivá-lo nos estudos e na busca de seus objetivos de vida, ou, por outra, se tiver muita energia e dificuldade para sentar e fazer algo com calma e concentração, qual a melhor forma de abordá-la sem ser excessivo ou ansioso.

O ideal seria que todos entendessem o suficiente de astrologia para acompanhar o movimento dos trânsitos e progredidos no mapa dos filhos e, desta forma, auxiliá-los na medida certa, fazendo uma leitura dos acontecimentos e suas reações dentro do contexto em que vivem num momento específico.

Um curso básico de astrologia pode oferecer esta ferramenta a quem se interesse pelo assunto, ou, uma consulta com o astrólogo por ocasião do nascimento da criança, quando de sua entrada para a escola ou em outras situações, permite que tenhamos um subsídio para avaliar a forma como estamos lidando com aquele momento da vida de nossos filhos.

A sinastria entre os mapas de pais e filhos também é de grande utilidade para compreender que tipo de relação há entre os envolvidos e que esforços são necessários para alcançar o equilíbrio entre todos.

Astrologia não é um fim para se atingir o fim do sofrimento, mas é uma boa ferramenta para o autoconhecimento e a administração das escolhas pessoais