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quinta-feira, 12 de julho de 2012

QUANDO A ASTROLOGIA PODE SER ÚTIL




O grande público está acostumado a associar uma consulta astrológica às questões pessoais ligadas, principalmente, aos setores afetivo e profissional, eventualmente de saúde, certamente por falta de informação.

O fato é que o aconselhamento de um astrólogo pode ir muito mais longe: no que se refere à consulta pessoal, podemos orientar em projetos de estudos, viagens, vocação, questões alimentares e tendências de saúde. Sem esquecer, é claro, dos assuntos espirituais.

Um astrólogo ajuda o cliente a entender suas questões, ter uma nova visão sobre como costuma se comportar diante dos desafios e quais de suas características – tanto as difíceis, como os talentos.

Outro aspecto da vida em que a astrologia é muito útil é quando está se aproximando a aposentadoria – hoje em dia, aos sessenta anos, há muito ainda o que viver e aproveitar a vida – para alguns, uma nova fase, sempre sonhada, onde se pode trabalhar no que dê mais felicidade e realização.

Mas, além do aconselhamento pessoal, a astrologia é uma ótima ferramenta para, por exemplo, a seleção de um funcionário para uma empresa – nesse caso, o astrólogo estuda o perfil do candidato e as funções que terá a realizar e avaliar seu potencial de produtividade. Tal análise não se restringe ao signo solar ou ao ascendente, mas trata-se da compreensão das características do indivíduo, suas habilidades desenvolvidas e potenciais, o que torna muito mais fácil o diálogo na entrevista.

No caso da empresa ter projeto de recolocação, transferência de setor, ou mesmo promover funcionários, o estudo de seus mapas é imensamente útil, já que indica as tendências que podem melhor ser desenvolvidas dentro da nova proposta.  

Enfim, há ainda as áreas tradicionais onde a astrologia é útil, como a busca da compreensão e aconselhamento num momento de crise de um casamento, gravidez, mudança de cidade, país ou trabalho, mapas comparados para entender as relações pais/ filhos ou irmãos e ainda outras questões.

Um abraço,

Zarifa.

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