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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Sobre o 13o. Signo

Boa Tarde, pessoal!

Bem, confesso que fugi o quanto pude, mas não dá pra evitar este assunto tão requentado e chatinho que é a possibilidade da existência de um 13o. signo, o que mudaria (!!!) nossos signos.

Antes de dar minha contrariada versão, gostaria de observar que um estudante de astronomia desconhecido e bobalhão de uma universidade do interior dos USA, achou este assunto requentado dos anos '90 e, por bobalhão e presunçoso que é, resolveu twittar para desmerecer a astrologia.

Então, lá vai um rápido esclarecimento sobre o assunto: 
- Em primeiro lugar, signos não são constelações. Há, apenas na nossa galáxia, uma quantidade incomensurável de constelações e- só pra complicar um pouco - uma quantidade incalculável de galáxias, em sabe-se lá quantos universos! Já imaginaram se incluíssemos no nosso simpático zodíaco todos os astros existentes? Partindo-se deste ponto de vista, nós humildes (porém parte do UNO) habitantes deste pequeno e belo planeta azul, teríamos uma antes insuspeita importância por nos relacionarmos de forma assim, tão estreita, com tantos luminares, como se fossemos todos comadres e compadres! Sempre levando em conta uma mudança de estação aqui e ali, uma explosão de uma supernova, um buraco negro de mau-humor, engolindo deuses, uma estrela marrom...

O objetivo da Astrologia Ocidental conhecida e em uso pela maioria dos astrólogos ocidentais foi (como convencionado) teorizada por Claudius Ptolomeus (Alexandria, 90-168 - Almagesto), não sem antes se inspirar em e incorporar o conhecimento das antigas culturas ancestrais.

Por esta razão, foi convencionado que o zodíaco que usaríamos era o composto das "constelações" que podiam ser observadas daqui da Terra, seguindo o caminho que o sol trilhava em seu movimento anual e, partindo destas observações, o zodíaco visível passou a ser o adotado com divisões iguais de ângulos e passou a ser o "marcador" das estações e eventos no planeta. Ofiúco, que não parecia ser parte do ciclo do sol, existia, mas foi por isto ignorado. Aliás, todos os povos antigos o conheciam e, na Astrologia oriental, representa o último decanato de Escorpião.

Vamos combinar que só valem os signos combinados e, além disto, após nossos observatórios móveis (como Hubble, por exemplo) estarem fora da órbita da Terra, descobriu-se que os astrônomos também estavam errados: muitas estrelas que antes pareciam fazer parte de constelações, estariam de fato, a uma distância tão grande que a idéia ficava ridícula. Tiveram, então, que criar um novo parâmetro de distâncias para as constelações.

É a velha história por todos conhecida: cientistas são pessoas que QUEREM encontrar as respostas, mas ainda o são por não as terem encontrado. Toda verdade existe apenas para ser desmascada, pois, de acordo com Platão e as antigas tradições orientais, tudo é apenas ilusão!

Para ter uma explicação mais civilizada a respeito, por favor, vá ao link http://cnastrologia.org.br/site/blog/2011/01/20/existe-um-13o-signo-elizabeth-nakata/  
e leia a explicação da colega Elizabeth Tanaka.

Um Grande Abraço,

Zarifa.




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